sábado, 8 de março de 2008

Diário de Bordo # 01 - FORTALEZA

É assim, entre uma faxina no guarda-roupa e um estalo-telefonema, que o "diário de bordo" começa:

Se existe um canto nesse país onde eu moraria fácil, fácil, é Fortaleza!

Eita terra boa, não canso de dizer.

Já começa no avião, quando o Seu Silvio (com seu bigode de portuga) embarca. O homem corre, abaixa, levanta, faz tudo que tem que fazer do jeito mais cearense-simpatia!

Depois tem AQUELE SOL.
Certo que "aquele" Sol é o mesmo que esse, mas parece que é tão mais contente, mais gostoso! Muito justo o Ceará ser chamado de "Terra da Luz" (e eu, no lugar do autor, acrescentaria "E DE UM PUTA CALOR" ao nome).

Também gosto bastante da feirinha da beira-mar. Sempre dou um jeito de passar por lá, mesmo que só para passear, tomar sorvete, suco ou comprar qualquer coisa. Bacana que no caminho tem umas ondas que cospem em gente chata (mentira! Só quebram nas pedras e molham um pouco) e as moças que vendem cana. Isso! CANA-DE-AÇÚCAR vendida na RUA, onde mais tem? É muito (mas muuuuuuito) bom! O pessoal faz uma espécie de ramalhete de cana: várias rodelinhas espetadas na própria casca, do tamanho da mordida. Perfeito!

E tem também (a cada 20 passos) a tal da tapioca...

...que eu nunca provei.
Depois de mais de um ano indo ao Nordeste todo mês, é até vergonhoso escrever isso, mas é verdade! Nunca comi tapioca. Já tive chances, mas nunca arrisquei.

Até hoje!

Adivinha só se eu não comprei (por R$ 2,00) meio quilo de uma farinha que (o moço garantiu) não precisa de nada além de uma leve umidecida para ir para a frigideira?

E vai ser de queijo!

Um comentário:

Anônimo disse...
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